Dica cultural: Festival Internacional Pachamama – Cinema de Fronteira

O Festival Internacional Pachamama – Cinema de Fronteira, chega a sua 11a edição, de 15 a 22 de maio, em formato online e totalmente gratuita.   Em oito dias de programação serão exibidos filmes latinos e brasileiros, em pré-estreias nas mostras temáticas, o Encontro De Festivais De Cinema Da Amazônia Legal, mesas de debates e oficina.

Como tema criativo e temático: “Mirações, a transcendência, um outro mundo possível”, desenvolvido pelo artista visual Léo Lage, o Pachamama pretende instigar à reflexão e o debate com o objetivo de transmitir uma energia de renovação e apontar novos caminhos e perspectivas.

A programação apresenta as mostras: Competitiva de Longas Latinos; Cinema é Política; Mostra Amazônia, Mostra Originários, Mostra Escola de Cinema da Amazônia e Mostra Geraldo Sarno.

O Festival Pachamama é uma realização da Saci Filmes e Yaneramai Films, financiado com recursos da Lei Aldir Blanc do governo Federal, e edital estadual do governo do Estado, por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour.

Oficina “Produção de Filmes de Baixo Orçamento”

Como parte da programação do XI Festival Internacional Pachamama – Cinema de Fronteira, será realizado entre os dias 16 e 21 de maio a oficina “Produção de Filmes de Baixo Orçamento”. Ministrada pelo cineasta recifense Camilo Cavalcante, o curso será totalmente on-line e de forma gratuita. As inscrições estarão abertas de 5 a 12 de maio, e podem ser feitas no site cinemadefronteira.com.br/oficina.

Ao todo, serão quatro encontros de três horas, cada, iniciando às 18h no Acre (19h nas capitais do Peru e Bolívia), onde serão feitas análises de filmes e discussões sobre os tópicos fundamentais dos processos técnicos e operacionais que envolvem uma produção cinematográfica, apresentando diversas perspectivas para a construção de um cinema poético e autoral.

Sobre o ministrante

Camilo Cavalcante é mestre em Cinema pela Universidade da Beira Interior (Portugal) e graduado em Jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco. Também participou da oficina de Roteiro Cinematográfico na Escuela Internacional de Cine y TV de San António de Los Baños (Cuba).

É roteirista, diretor e produtor de 14 curtas-metragens com mais de 130 prêmios em mostras e festivais de audiovisual e dos longas-metragens A História da Eternidade (2014) e King Kong em Asunción (2020), vencedor de quatro prêmios no Festival de Gramado, entre eles Melhor Filme (Júri Oficial) e o Prêmio do Público.

Mostras

  • Competitiva de Longas Latinos com filmes latinos, muitos inéditos no Brasil, com lançamento no Festival; 
  • Cinema é Política composta por filmes que discutem e trazem reflexão no complexo cenário sócio político do Brasil
  • Mostra Originários: composta por filmes realizados por diretores indígenas ou sobre o universo indígena
  • Mostra Escola de Cinema Amazônico de Pucallpa, no Peru. A escola, um projeto do cineasta peruano Fernando Valdivia, já homenageado no Festival Pachamama, atua na formação de cineastas indígenas, da Amazônia peruana, principalmente da região de Pucallpa. Na seleção de curtas, temos filmes de diversas etnias, como shipibo e ashaninka, todos resultados da escola.
  • Mostra Foco Geraldo Sarno: dedicada ao homenageado brasileiro do Festival, o cineasta Geraldo Sarno, com filmes representativos de sua carreira, incluindo, seu último filme, Sertânia.

Shows

Abertura –  Timpana de Gwandena, uma viagem musical de fusão e folk eletrônico (Bolívia).
Encerramento – Show Para Bailar com Camila Cabeça – uma releitura de clássicos da música latina (Brasil).

Sitewww.cinemadefronteira.com.br
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